Os Programas e Projetos Estruturantes constituem uma categoria de iniciativas pedagógicas que, além de implementarem políticas educacionais, contribuem para a diversificação e inovação das práticas curriculares, potencializando os processos educativos, a ampliação do acesso e a garantia dos direitos, por meio de uma educação de natureza inclusiva e contextualizada.
Neste espaço, apresentamos orientações e procedimentos para a implementação dos Programas e Projetos Estruturantes nas Unidades Escolares Estaduais – UEE, considerando as suas ofertas e modalidades e, principalmente, reconhecendo que os mesmos potencializam o engajamento e a participação dos estudantes em experiências de aprendizado, contribuem para aprimorar práticas pedagógicas e, especialmente, enriquecem a formação dos estudantes, numa perspectiva crítica, transformadora e emancipatória.
Entende-se como Programas e Projetos Estruturantes:
Destacamos a importância do planejamento efetivo, que considere momentos para a reflexão teórica acerca do que se pretende realizar e também sobre os resultados que serão obtidos com os processos que serão percorridos com a implementação dos Programas e Projetos, potencializando a integração das diferentes áreas do conhecimento, e considerando o estabelecido nas Portarias SEC nº 55/2022, e as 77, 124 e 573/2025, além dos seguintes princípios:
Reconhecendo a relevância dos Programas e Projetos Estruturantes, na perspectiva da educação como direito, oportunizando a garantia do desenvolvimento integral dos/das estudantes, todas as Unidades Escolares Estaduais recebem, via Fundo de Assistência Educacional – FAED, recursos financeiros para desenvolvimento pedagógico das diversas ações inerentes à execução dos mesmos.
Assim, fica desde esse momento – a JP 2026 – O CHAMADO! Organizem a Etapa Escolar dos Programas e Projetos Estruturantes, de forma a curricularizar as ações e celebrarmos o protagonismo estudantil, a autonomia, a criatividade, a inventividade, a criticidade e o talento dos/das estudantes da nossa rede, fortalecendo a “Aprendizagem como promotora da soberania e da justiça social na Bahia”